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70 itens encontrados para ""

  • Nascia neste dia Hans Christian Andersen, escritor dinamarquês

    Hans Christian Andersen nasceu em Odense, na Dinamarca, em 2 de abril de 1805. Ele tinha uma meia-irmã chamada Karen. Seu pai, também chamado Hans, considerava-se parente da nobreza (sua avó paterna havia dito a seu pai que sua família pertencia a uma classe social mais alta, mas algumas investigações refutaram essas histórias). Embora tenha sido contestado, uma especulação persistente sugere que Andersen era um filho ilegítimo do rei Cristiano VIII da Dinamarca. O historiador dinamarquês Jens Jørgensen apoiou essa ideia em seu livro H.C. Andersen, en sand myte [H.C. Andersen, um verdadeiro mito]. Hans Christian Andersen foi batizado em 15 de abril de 1805, na Igreja de Saint Hans (Igreja de São João), em Odense, na Dinamarca. Sua certidão de nascimento só foi redigida em novembro de 1823, segundo a qual seis padrinhos estiveram presentes na cerimônia de batismo: Madame Sille Marie Breineberg, a donzela Friederiche Pommer, o sapateiro Peder Waltersdorff, o carpinteiro oficial Anders Jørgensen, o porteiro do hospital Nicolas Gomard e o chapeleiro real Jens Henrichsen Dorch. O pai de Andersen, que chegou a fazer o ensino fundamental, apresentou seu filho à literatura, lendo para ele as Mil e Uma Noites.A mãe de Andersen, Anne Marie Andersdatter, era uma lavadeira analfabeta. Após a morte de seu marido em 1816, ela se casou novamente em 1818.ndersen foi enviado para uma escola local para crianças pobres, onde recebeu educação básica e teve que se sustentar, trabalhando como aprendiz de tecelão e, posteriormente, de alfaiate. Aos quatorze anos, mudou-se para Copenhague para procurar emprego como ator. Tendo uma excelente voz de soprano, ele foi aceito no Royal Danish Theatre, mas sua voz logo mudou. Um colega de teatro disse a ele que considerava Andersen um poeta. Levando a sugestão a sério, Andersen começou a se concentrar na escrita. Jonas Collin, diretor do Royal Danish Theatre, tinha grande afeição por Andersen e o enviou para uma escola secundária em Slagelse, persuadindo o rei Frederico VI da Dinamarca a pagar parte da educação do jovem. Andersen já havia publicado sua primeira história, "The Ghost at Palnatoke's Grave" (1822). Apesar de não ser um aluno excelente, ele também frequentou a escola em Elsinore até 1827. Desde a tenra infância, Andersen se destacava como um tanto excêntrico. Desproporcionalmente alto, desengonçado e deturpado, ele se mostrava assombrosamente efeminado.[16] Enquanto os demais rapazes se divertiam ao ar livre, ele preferia recluir-se no lar, confeccionando indumentárias para bonecas e ensaiando minuciosamente com seu teatro de marionetes. Mais tarde, ele disse que seus anos nesta escola foram os anos mais sombrios e amargos de sua vida. Em uma escola particular, ele morava na casa de seu professor. Lá ele foi abusado e informado que o crime foi feito para "melhorar seu caráter". Mais tarde, ele disse que o corpo docente o desencorajou a escrever, o que resultou em depressão. No início de 1872, aos 67 anos, Andersen caiu da cama e ficou gravemente ferido; ele nunca se recuperou totalmente dos ferimentos resultantes. Logo depois, ele começou a mostrar sinais de câncer de fígado. Ele morreu em 4 de agosto de 1875, em uma casa chamada Rolighed (literalmente: calma), perto de Copenhague, a casa de seus amigos íntimos, o banqueiro Moritz G. Melchior e sua esposa. Pouco antes de sua morte, Andersen consultou um compositor sobre a música para seu funeral, dizendo: "A maioria das pessoas que caminharão depois de mim serão crianças, então faça a batida manter o ritmo com pequenos passos." Seu corpo foi enterrado no Assistens Kirkegård na área de Nørrebro em Copenhague, no jazigo da família dos Collins. Em 1914, no entanto, a pedra foi transferida para outro cemitério (hoje conhecido como "Frederiksbergs ældre kirkegaard"), onde os membros mais jovens da família Collin foram enterrados. Por um período, os túmulos dele, de Edvard Collin e de Henriette Collin não foram marcados. Uma segunda pedra foi erguida, marcando H.C. O túmulo de Andersen, agora sem nenhuma menção ao casal Collin, mas os três ainda compartilham o mesmo enredo. Na época de sua morte, Andersen era reverenciado internacionalmente, e o governo dinamarquês pagou a ele um estipêndio anual como um "tesouro nacional".

  • Falecia neste dia Achilles Porto-Alegre, escritor brasileiro

    Aquiles José Gomes Porto-Alegre faleceu em 21 de março de 1926, tendo sido escritor, jornalista, funcionário público e educador brasileiro. Em Porto Alegre estudou no Colégio Gomes e na Escola Militar. Irmão de Apeles Porto-Alegre e Apolinário Porto-Alegre, fundou com eles a Sociedade Partenon Literário e, com Apolinário, fundou o Colégio Porto Alegre. Exerceu diversas funções públicas: foi capitão, telegrafista, funcionário do Tesouro, inspetor escolar e professor. Foi um dos precursores da crônica moderna na literatura gaúcha, publicando diversas obras sobre a cidade de Porto Alegre entre os anos de 1915 e 1925, que são uma importante fonte sobre a história local. Jornalista, fundou e dirigiu o Jornal do Commercio (1884 a 1888), onde assinou diversas crônicas com o pseudônimo Carnioli, e de onde seu genro, Caldas Júnior, saiu para fundar o Correio do Povo. Também dirigiu o jornal A Notícia, 1896. Em 25 de março de 1883 o Jornal do Commercio declarou não mais aceitar anúncios sobre fuga e negociação de escravos, sendo o primeiro jornal porto-alegrense defensor da libertação dos escravos. Foi sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul e da Academia Rio-Grandense de Letras. Seu nome batiza uma rua em Porto Alegre. Obras de Aquiles Porto-Alegre: Homens ilustres do Rio Grande do Sul, 1916 Vultos e fatos do Rio Grande do Sul, 1919 Através do passado (crônica e história), 1920 Flores entre ruínas, 1920 Noutros tempos (crônicas), 1922 Noites de luar, 1923 Palavras ao vento, 1925 História Popular de Porto Alegre, 1940 (póstuma)

  • Falecia neste dia Graciliano Ramos, escritor brasileiro

    Graciliano Ramos (1892-1953) foi um escritor e jornalista brasileiro pertencente à segunda fase do modernismo, denominada de fase de consolidação (1930-1945). Segundo ele: “Os modernistas brasileiros, confundindo o ambiente literário do país com a Academia, traçaram linhas divisórias rígidas (mas arbitrárias) entre o bom e o mau. E, querendo destruir tudo o que ficara para trás, condenaram, por ignorância ou safadeza, muita coisa que merecia ser salva.” Obras Graciliano escreveu romances, contos, crônicas, literatura infanto-juvenil e segundo ele: “Qualquer romance é social. Mesmo a literatura ‘torre de marfim’ é trabalho social, porque só o fato de procurar afastar os outros problemas é luta social”. Algumas obras que se destacaram: Caetés (1933) Vidas Secas (1938) São Bernardo (1934) Angústia (1936) A Terra dos Meninos Pelados (1939) Brandão Entre o Mar e o Amor (1942) Histórias de Alexandre (1944) Infância (1945) Histórias incompletas (1946) Insônia (1947) Algumas de suas obras que foram publicadas postumamente: Memórias do Cárcere (1953) Viagem (1954) Linhas Tortas (1962) Viventes das Alagoas (1962) Alexandre e outros Heróis (1962) Cartas (1980) O Estribo de Prata (1984) Cartas a Heloísa (1992)

  • Falecia neste dia Edgar Rice Burroughs, escritor norte-americano

    Edgar Rice Burroughs faleceu em 19 de março de 1950. Foi um escritor norte-americano, conhecido pela criação dos personagem Tarzan e John Carter. Foi o criador de John Carter, herói da Guerra Civil americana que foi abduzido por marcianos verdes, salvou uma princesa inimiga e se meteu na Guerra Civil marciana. A série de ficção cientifica foi escrita inicialmente como contos, iniciados em 1912, e depois se transformaria numa coleção de 11 livros. Ele também foi jornalista antes de se tornar escritor. Ao morrer, em 1950, Burroughs foi enterrado numa pequena cidade do estado da Califórnia chamada Tarzana. Série Barsoom (com o personagem John Carter) A Princess of Mars (1912) The Gods of Mars (1914) The Warlord of Mars (1918) Thuvia, Maid of Mars (1920) The Chessmen of Mars (1922) The Master Mind of Mars (1928) A Fighting Man of Mars (1931) Swords of Mars (1936) Synthetic Men of Mars (1940) Llana of Gathol (1948) John Carter of Mars (1964) "John Carter and the Giant of Mars" (1940) escrito pelo filho John Coleman Burroughs. "Skeleton Men of Jupiter" (1942) Série Tarzan Tarzan of the Apes (1912) The Return of Tarzan (1913) The Beasts of Tarzan (1914) The Son of Tarzan (1914) Tarzan and the Jewels of Opar (1916) Jungle Tales of Tarzan, 1917 [1916]. Tarzan the Untamed, 1921 [1919]. Tarzan the Terrible (1921) Tarzan and the Golden Lion, 1923 [1922]. Tarzan and the Ant Men (1924) Tarzan, Lord of the Jungle, 1928 [1927]. Tarzan and the Lost Empire (1928) Tarzan at the Earth's Core (1929) Tarzan the Invincible (1930–31). Tarzan Triumphant (1931) Tarzan and the City of Gold (1932) Tarzan and the Lion Man, 1934 [1933]. Tarzan and the Leopard Men (1935) Tarzan's Quest, 1936 [1935]. Tarzan the Magnificent, 1937 [1936]. Tarzan and the Forbidden City (1938) Tarzan and the Foreign Legion (1947) Tarzan and the Tarzan Twins (1963, para crianças e adolescentes) Tarzan and the Madman (1964) Tarzan and the Castaways (1965)

  • Falecia neste dia Virgílio Ferreira, escritor português

    Vergílio António Ferreira (GOSE, GCM) faleceu em 1 de março de 1996. Foi um escritor e professor português. Há uma biblioteca com o seu nome em Gouveia, bem como uma escola em Lisboa, a Escola Secundária de Vergílio Ferreira (Quinta dos Inglesinhos, rua do Seminário 3). Professor liceal (vejam-se as referências em Manhã Submersa e Aparição), foi como escritor que mais se distinguiu. O seu nome continua actualmente associado à literatura através da atribuição do Prémio Vergílio Ferreira. Em 1992, foi galardoado com o Prémio Camões. A sua vasta obra, geralmente dividida em ficção (romance, conto), ensaio e diário, costuma ser agrupada em dois períodos literários: o Neo-Realismo e o Existencialismo. Considera-se que Mudança é a obra que marca a transição entre os dois períodos.

  • Neste dia nascia Victor Hugo, escritor francês

    Victor-Marie Hugo nasceu em 26 de fevereiro de 1802. Foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial. Como muitos escritores de sua geração, Victor Hugo foi profundamente influenciado por François-René de Chateaubriand, famosa figura da escola romântica e figura proeminente da literatura francesa do começo do século XIX. Quando jovem, Hugo afirmou que seria “Chateaubriand ou nada”, e sua vida teria muitas semelhanças com a de seu predecessor. Como Chateaubriand, Hugo daria força ao Romantismo, envolver-se-ia com política como defensor da causa republicana e seria forçado ao exílio devido à suas opções políticas. A eloquência e a paixão precoce das primeiras obras de Victor Hugo trouxeram-lhe sucesso e fama quando ainda jovem. Sua primeira coletânea de poesia (Odes et Poésies Diverses) foi publicada em 1822, quando Hugo tinha apenas vinte anos de idade, e lhe rendeu uma pensão real de Luís XVIII. Embora os poemas fossem admirados por seu ardor e sua fluência espontâneos, foi sua próxima coletânea (Odes et Ballades), publicada em 1826, que revelaram Hugo como grande poeta. A primeira obra madura de ficção do autor francês apareceu em 1829, e refletia a aguda consciência social que permearia sua obra posterior. Le Dernier jour d'un condamné (O Último Dia de um Condenado à Morte) teria profunda influência sobre autores posteriores como Albert Camus, Charles Dickens e Fiódor Dostoiévski. Claude Gueux (1834), uma estória documental sobre a execução de um assassino francês, foi considerada mais tarde pelo próprio autor como precursora de sua maior obra sobre a injustiça social (Os Miseráveis). Seu primeiro romance a ser enormemente reconhecido foi ''O Corcunda de Notre-Dame'', publicado em 1831 e logo traduzido para diversos idiomas através da Europa. Um dos efeitos dessa obra foi levar a cidade de Paris a restaurar a bastante negligenciada Catedral de Notre-Dame, a qual estava atraindo milhares de turistas que haviam lido a novela. O livro também renovou o apreço por construções pré-renascentistas, as quais passaram a ser mais cuidadosamente preservadas. Victor Hugo começou a planejar um grande romance sobre miséria e injustiça social no começo da década de 30, mas a obra só seria publicada em 1862. O escritor estava consciente da qualidade do livro. A editora belga Lacroix and Verboeckhoven realizou uma campanha de publicidade incomum para a época, emitindo notas à imprensa sobre o trabalho até seis meses antes do lançamento. Ademais, publicou inicialmente apenas a primeira parte da novela (Fantine), lançada simultaneamente em grandes cidades. Estoques inteiros do livro foram vendidos em dias, e a obra teve grande impacto sobre a sociedade francesa. A crítica francesa foi, em geral, hostil ao romance. Barbey d’Aurevikky reclamou da vulgaridade da obra; Flaubert achou que o livro não era “nem verdadeiro nem genial”; Baudelaire – apesar de críticas positivas em jornais – chamou a obra de “sem graça e inepta”. Os Miseráveis, no entanto, mostraram-se populares junto às massas, e logo os temas abordados estavam em destaque na Assembleia Nacional da França. Hoje a novela permanece como sua obra mais popular, tendo sido adaptada para o cinema, a televisão, o teatro e para musicais. Victor Hugo afastou-se de temas políticos e sociais em seu próximo romance, Les Travailleurs de la Mer (Os Trabalhadores do Mar), publicado em 1866. Ainda assim, o livro foi bem recebido, talvez devido ao sucesso prévio de Os Miseráveis. Dedicado à ilha de Guernsey, localizada no Canal da Mancha e na qual o escritor passou 15 anos de exílio. A descrição de Hugo da batalha do homem contra o mar e as criaturas que nele habitam tornou conhecido um prato incomum em Paris: Lulas. A palavra utilizada em Guernsey para se referir ao animal (pieuvre) foi incorporada ao léxico francês. Em sua próxima obra, Hugo retornou aos temas políticos sociais. L'Homme Qui Rit (O homem que ri) foi publicado em 1869 e fazia um retrato crítico da aristocracia. Contudo, o livro não foi bem recebida como seus trabalhos anteriores, e o próprio escritor passou a comentar sobre a crescente distância entre sua obra e a de seus contemporâneos, como Flaubert e Émile Zola, cujas novelas realistas e naturalistas ganhavam popularidade. Seu último romance, Quatre-vingt-treize (Noventa e três), publicado em 1874, abordava um tema até então evitado por Victor Hugo: o reinado do terror, durante a Revolução Francesa. Embora a popularidade do escritor francês estivesse em declínio quando de sua publicação, muitos consideram hoje Quatre-vingt-treize uma obra à altura das mais famosas de Victor Hugo.

  • Falecia neste dia Mário de Andrade, escritor brasileiro

    Mário Raul de Morais Andrade faleceu no dia 25 de fevereiro de 1945, em São Paulo. Mário foi um poeta, contista, cronista, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo no país, ele praticamente criou a poesia brasileira moderna com a publicação de sua Pauliceia Desvairada em 1922, destacada em nosso informativo na 4ª edição. Ele teve uma influência enorme na literatura brasileira moderna e, como estudioso e ensaísta, foi pioneiro no campo da etnomusicologia. Sua influência chegou muito além do Brasil. Ele foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, o evento de 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, e um membro do vanguardista Grupo dos Cinco. As ideias por trás da semana foram exploradas no prefácio de sua coleção de poesia Pauliceia Desvairada e nos próprios poemas. Obras de Mário de Andrade: Poesia Há uma Gota de Sangue em Cada Poema (1917) Pauliceia Desvairada (1922) Losango Cáqui (1926) Clã do Jabuti (1927) Remate de Males (1930) Poesias (1941) Póstumo: Lira Paulistana (1946) O Carro da Miséria (1946) Poesias Completas (1955). Ensaios, críticas e musicologia A Escrava que não é Isaura (1925) Ensaio sobre Música Brasileira (1928) Compêndio de História de Música (1929) Modinhas Imperiais (1930) O Aleijadinho de Álvares de Azevedo (1935) Lasar Segall (1935) O Movimento Modernista (1942) O Baile das Quatro Artes (1943) O Empalhador de Passarinhos (1944) Póstumo: Ensaio sobre a Música Brasileira (1962) [edição expandida]. O Banquete (1978). Romances Amar, Verbo Intransitivo (1927) Macunaíma (1928) Contos Primeiro Andar (1926) Os Contos de Belazarte (1934) Póstumo: Contos Novos (1947) Crônicas Os filhos da Candinha (1943) Póstumo: Música e Jornalismo: Diário de S. Paulo (1933-1935) Diários Póstumo: O Turista Aprendiz (1977)

  • Nascia hoje George Moore, escritor irlândes

    George Augustus Moore nasceu em 24 de fevereiro de 1852 foi um romancista, contista, poeta, crítico de arte, memorialista e dramaturgo irlandês. Moore veio de uma família católica romana, dona de terras, que vivia em Moore Hall, em Carra, Condado de Mayo. Originalmente, Moore queria ser um pintor, e estudou arte em Paris durante a década de 1870. Lá, tornou-se amigo de muitos dos principais artistas franceses da época. Como autor naturalista, ele foi um dos primeiros escritores de língua inglesa a absorver as técnicas do realismo francês, tendo sido influenciado particularmente pelas obras de Émile Zola. De acordo com o crítico literário e biógrafo Richard Ellmann, seus trabalhos influenciaram James Joyce e, embora a obra de Moore seja por vezes vista como secundária em relação às literaturas irlandesa e britânica, ele é frequentemente citado como o primeiro grande romancista moderno irlandês. Embora cursasse estudos de arte em Paris escreveu dois volumes de poesia, Flores de Paixão (1878) e Poemas pagãos (1882). Seus primeiros livros importantes foram as novelas Um amor moderno (1883) e A mulher de uma máscara (1885), nas quais se observa a influência dos escritores naturalistas franceses Gustave Flaubert e Émile Zola, e possuem uma crítica às convenções da literatura vitoriana. Sua fama literária se consolidou com sua novela sobre a vida de uma criada inglesa, Esther Waters (1894). A partir de 1911, Moore viveu principalmente em Londres e viajou para a Palestina com o fim de reunir material para uma novela sobre a vida de Jesus Cristo, O guardião de Kerith (1916). Ente suas novelas históricas, escritas em uma prosa sóbria e concisa, cabe destacar Evelyn Innes (1898), Irmã Teresa (1901), O lago (1905), Eloísa e Abelardo (1921) e Afrodita em Aulis (1931). Também escreveu relatos e obras de teatro, entre as quais figuram A chegada de Gabriele (1920) e Um imortal (1928).

  • Falecia hoje Aleksei Nikolaevich Tolstói, escritor russo

    Aleksei Nikolaevich Tolstói nasceu em 10 de janeiro de 1883 e faleceu em 23 de fevereiro de 1945. Foi um escritor russo e soviético, uma figura pública proeminente do início do século XX, oriundo da nobre família dos Condes de Tolstói, parente distante de Liev Tolstói (1828-1910) e de Alexei Konstantinovich Tolstói (1817-1875). Trabalhou em vários géneros literários, incluindo o drama e a novela sociopsicológica, o romance histórico, a ficção científica, o conto folclórico, histórias curtas e de não-ficção, histórias e contos infantis, poesia, teatro e jornalismo. Foi um grande apreciador e colecionador do folclore russo e um tradutor. Em 1939 foi honrado com a aceitação na Academia das Ciências da URSS e venceu três prémios Estaline na área da literatura (em 1941, em 1943 e em 1946 a título póstumo). Em 1942, foi membro da comissão de investigação dos crimes dos invasores alemães, creditado como advogado de acusação, representante da União Soviética nos Julgamentos de Nuremberga. Em 2001, a União dos Escritores da Rússia criou, em homenagem a A.N. Tolstói, um prémio nacional bianual para a contribuição criativa para o desenvolvimento da literatura russa, abarcando duas tipologias: Narrativa Ficcional e Jornalismo. Seus trabalhos: Lirika, uma coleção de poesia (1907) A provação, uma trilogia (1919-1941) A infância de Nikita (1921) Aelita (1923) O hiperbolóide do engenheiro Garin (1926) A chave de ouro ou as aventuras de Buratino (1936) Peter I (1929–34, Prêmio Stalin em 1941)

  • Falecia hoje Lothar-Günther Buchheim, escritor alemão

    Lothar-Günther Buchheim foi um escritor e pintor alemão, que faleceu em 22 de fevereiro de 2007. Na Segunda Guerra Mundial, ele serviu como correspondente de guerra a bordo de navios e submarinos. Ele é mais conhecido por seu romance de 1973 The Boat (Das Boot), que se tornou um best-seller internacional e foi adaptado em 1981 como um filme indicado ao Oscar. Obra literária: Das Boot (O Submarino). Romance publicado em 1973 baseado em suas experiências durante a guerra. Foi um enorme sucesso, sendo traduzido para vários idiomas e vendendo mais de 3 000 000 de cópias. Die Festung (A Fortaleza). Foi publicado em 1995. Der Abschied (A partida). Romance publicado em 2000 sobre o primeiro navio movido a energia nuclear do mundo, o NS Otto Hahn.

  • 125 anos de Dom Casmurro

    No ano de 1899, Machado de Assis publica sua obra Dom Casmurro, o que hoje reconhecemos como um clássico da literatura machadiana. O diretor e atual editor deste informativo literário, publicou em seu site pessoal um comentário sobre este livro. Abaixo um pequeno trecho e link para acessá-lo na íntegra: Hoje trago à reflexão o conhecido escritor Machado de Assis que possui algumas obras que servem-nos para este fim que até aqui tenho comentado. Uma delas é a obra Dom Casmurro, uma narração em primeira pessoa do próprio personagem que traz ao leitor uma autobiografia com todas as lembranças possíveis e convenientes ao senhor Bentinho, diminutivo de infância do mais tarde nomeado senhor Dom Casmurro, este por sua suposta “carrancudice”.

  • Falecia hoje Harper Lee, escritora norte-americana

    Ganhadora do Prémio Pulitzer de Ficção em 1961 pela sua obra de ficção To Kill a Mockingbird (Brasil: O Sol é Para Todos / Portugal: Por Favor, Não Matem a Cotovia ou Mataram a cotovia), seu livro logo se tornou um clássico da moderna literatura norte-americana. O enredo é baseado em suas observações de sua família e conhecidos, bem como nos eventos que ocorreram em sua cidade natal quando tinha 10 anos, em 1936. O livro lida com a irracionalidade das atitudes dos adultos mediante raça e classe social no sul dos Estados Unidos dos anos 1930 visto pelos olhos de duas crianças. Lee mudou-se para Nova York em 1949. Em 11 de julho de 1960 publicou O Sol É para Todos, tornando-se sucesso de público e crítica, e desde então nunca mais lançou um livro até que fosse descoberto o Vá coloque um vigia, escondido numa caixa, e lançado em 2015. Em 2007 foi premiada com a "Medalha Presidencial da Liberdade dos Estados Unidos" por suas contribuições à literatura. 1960 Brasil: O Sol é Para Todos - no original To Kill a Mockingbird 1961 Love--In Other Words revista Vogue 1961 Christmas to Me - revista McCalls 1965 When Children Discover America - revista McCalls 2015 Brasil: Vá, Coloque um Vigia / Portugal: Vai e põe uma sentinela - no original Go Set a Watchman

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