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70 itens encontrados para ""

  • Kenzaburo Oe, escritor japonês

    Kenzaburo Oe (em japonês: 大江 健三郎, transl. Ōe Kenzaburō) foi um escritor japonês e uma figura importante na literatura japonesa contemporânea. Ficou conhecido pelo romance Uma Questão Pessoal. Em 1961, as suas novelas Dezassete e A Morte de um Jovem Político foram publicadas por uma revista literária japonesa, ambas inspiradas no jovem de dezassete anos Yamaguchi Otoya que assassinou o presidente do Partido Socialista Japonês em 1960, suicidando-se na prisão três semanas depois. Seus romances, contos e ensaios, fortemente influenciados pela literatura e pela teoria literária francesa e americana, tratam de questões políticas, sociais e filosóficas, incluindo armas nucleares, energia nuclear, não-conformismo social e existencialismo. Ōe participou em campanhas pacifistas e anti-nucleares e escreveu livros acerca dos bombardeamentos nucleares em Hiroshima e Nagasaki e sobre os Hibakusha. No seguimento do desastre nuclear de Fukushima em 2011, apelou ao Primeiro-Ministro Yoshihiko Noda para que fossem cancelados os planos de construção de centrais nucleares e se abandonasse o desenvolvimento de energia nuclear. Ōe afirmou que o Japão tinha a "responsabilidade ética" de abandonar a energia nuclear no seguimento do desastre de Fukushima, tal como tinha abdicado da guerra na sua Constituição pós-Guerra. Em 2013 organizou uma manifestação em Tóquio contra a energia nuclear. Foi laureado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1994 por criar "um mundo imaginário, onde a vida e o mito se condensam para formar uma imagem desconcertante da situação humana atual" Wikipedia

  • Dia do Quadrinho Nacional

    Esta celebração foi criada em 1984 pela Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP). Desde então, a entidade organiza o Prêmio Angelo Agostini, para prestigiar os profissionais brasileiros das histórias em quadrinhos. O dia 30 de janeiro foi escolhido pois, nesta data em 1869, Angelo Agostini publicou na revista Vida Fluminense, (1868-1875), aquela que é tida como a 1ª história em quadrinhos do Brasil: As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte. No mesmo ano, em 14 de março, em comemoração aos 50 anos do lançado do Suplemento Juvenil de Adolfo Aizen, foi instituído pela Academia Brasileira de Letras e pela Associação Brasileira de Imprensa, que essa data seria o "Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos". Wikipédia

  • Virginia Woolf

    Adeline Virginia Woolf (25/01/1882) foi uma escritora, ensaísta e editora britânica. Estreou na literatura em 1915, com o romance A Viagem (1915), que abriu o caminho para a sua carreira como escritora e uma série de obras notáveis. Woolf foi membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhou um papel de significância dentro da sociedade literária londrina durante o período entre guerras. Seus trabalhos mais famosos incluem os romances Mrs. Dalloway (1925), Ao Farol (1927) e Orlando: Uma Biografia (1928). No final dos anos 1920, tornou-se uma escritora de sucesso e foi reconhecida internacionalmente. Contudo, seus trabalhos caíram no ostracismo após a Segunda Guerra Mundial. Woolf foi redescoberta por conta do livro - ensaio A Room of One's Own (1929), no qual se encontra a famosa citação "Uma mulher deve ter dinheiro e um teto todo seu se ela quiser escrever ficção". A partir da década de 70, os estudos sobre Woolf ganharam novo fôlego. Woolf foi uma das precursoras do uso do fluxo de consciência, técnica literária modernista que marcou seu estilo, o de James Joyce e também o de William Faulkner. Com seu trabalho de vanguarda, é uma das autoras mais importantes do modernismo clássico, ao lado de Gertrude Stein. Wikipédia

  • Stendhal, ou Henri-Marie Beyle

    Escritor francês, nasceu em 23 de janeiro de 1783, em Paris (França). Seus romances de formação O Vermelho e o Negro (1830), A Cartuxa de Parma (1839) e o inacabado Lucien Leuwen fizeram dele, ao lado de Flaubert, Victor Hugo, Balzac e Zola, um dos grandes romancistas franceses do século XIX. Em seus romances, Stendhal aborda jovens com aspirações românticas de vitalidade, força de sentimento e sonhos de glória. Seus romances foram classificados como psicológicos na medida em que mostra personagens em constante conflitos entre suas verdadeiras intenções e as máscaras sociais necessárias para alcançar seus objetivos. Esse conflito surge a partir de descrições críticas das convenções sociais burguesas da época e o desprezo que seus personagens sentem por essas convenções, bem como a necessidade de adaptar-se a esse contexto. O estilo de Stendhal é classificado como realista pois transmite a impressão direta de seus personagens sobre o que está sendo vivido no momento da narrativa. Stendhal criou um estilo curto, seco, conciso e com uma cadência irregular que se aproxima do imediatismo da linguagem falada.

  • Edgar Allan Poe

    Edgar Allan Poe, escritor americano, nasceu em 19 de janeiro de 1809. Ficou órfão antes de completar três anos de idade e foi adotado, informalmente, pelo comerciante John Allan (1779-1834). Poe estudou nas melhores escolas e, durante quase um ano, na Universidade da Virgínia, em 1825. Depois se alistou no exército, foi admitido na Academia Militar em West Point, mas não ficou ali por muito tempo. Mais tarde passou a escrever para periódicos nos Estados Unidos. Publicou seu primeiro livro em 1827 — Tamerlão e outros poemas. No entanto, sua poesia mais conhecida é O corvo (The raven), traduzida para o português, pela primeira vez, por Machado de Assis (1839-1908). Entretanto, Poe é mais conhecido pelos seus contos de terror. Autor pertencente ao romantismo sombrio, sua narrativa está associada ao grotesco, irracional e sobrenatural. O autor, principal influência para o simbolismo, morreu em 7 de outubro de 1849.

  • Editorial da 19ª edição

    Muito se fala em novo ciclo, nova jornada, nova fase ou mesmo, nova “energia”. Apesar de tudo isso que se fala do início de um novo ano civil, o que de fato percebemos é que podemos transformar este novo período de contagem do tempo de nossa existência em uma oportunidade real de crescermos, e de certa maneira, evoluirmos como seres humanos capazes de produzir, armazenar e refinar cultura. Este informativo, neste ainda curto período de existência, sempre trabalhou sobre o lema “ler para crescer”, e é com esta motivação que queremos avançar neste novo ano, como uma nau desbravadora neste oceano de cultura já produzida pelos inumeráveis escritores em todo o mundo e de todas as épocas. E fazendo justiça a este entendimento motivacional, neste ano que já iniciamos, a Equipe do O Leitor trabalhará mais arduamente para robustecer este periódico literário, não somente aumentando o número de páginas, mas buscando aprofundar melhor cada escritor e sua obra que escolhe-se destacar nas edições. Por isso, teremos um e no máximo dois nomes a serem trabalhados nas edições deste ano, para que cada edição possa se aprofundar sem querer abranger muitos nomes ao mesmo tempo. Para esta empreitada, já conseguimos até aumentar nosso quadro de colaboradores, o que sempre se faz importante para também transmitir a variedade de interpretação e entendimento acerca dos temas abordados. Resumindo, a partir desta edição, o informativo O Leitor terá um escritor abordado; uma sessão para comemorarmos 50, 100, ou mais séculos de algum escritor ou de alguma obra de reconhecida importância, além da já existente campanha Escreva!, que permanecerá por conta da satisfatória resposta dos leitores. O incentivo para que a leitura constante e permanente se torne um hábito na vida de todos não deve ser encarado como mera utopia, mas como combustível para que, projetos culturais como O Leitor, não percam-se em meio a qualquer desânimo ou suposto silêncio daqueles a quem ele deseja alcançar. Nossa missão sempre será a de levar a todos os espíritos dispostos, a chama do inexprimível hábito da leitura, que não reproduz apenas um hobby, mas revela uma verdadeira ferramenta de saber e evolução. Não espero algo mais prazeroso e ao mesmo tempo totalmente produtivo do que a aventura de amar a leitura, ao ponto de doer-se quando não a poder tê-la consigo por conta de injustas ocupações. Amor à leitura, é sem mais delongas, amar a própria vida em potencial evolução intelectual.

  • Clarice Lispector

    No dia 9 de dezembro de 1977 falecia a escritora Clarice Lispector, e apesar de ter nascido na Ucrânia - coincidentemente a 10 de dezembro -, é considerada uma das escritoras brasileiras mais importantes do século passado. Listamos aqui algumas obras desta escritora para serem pesquisadas e lidas: Perto do Coração Selvagem (1943) O Lustre (1946) A Cidade Sitiada (1949) A Maçã no Escuro (1961) A Paixão segundo G.H. (1964) Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres (1969) Água Viva (1973) A Hora da Estrela (1977) Um Sopro de Vida (1978) Ainda veremos esta grande escritora contemplada em nosso informativo mensal.

  • Oscar Fingall O'Flahertie Wills Wilde

    Oscar Fingall O'Flahertie Wills Wilde, mas conhecido simplesmente por Oscar Wilde, nasceu no dia 16 de outubro de 1854, na Irlanda. Habilidoso escritor, teve na poesia sua principal ferramenta de difusão de sua habilidade e também de sua alma tida por muitos como conturbada e confusa. Esta fama de escritor caótico e imoral de Wilde se deve a sua postura de "rebelião", o que expressa-se bem em uma de suas famosas afirmações: Eu sou daqueles que são feitos para ser a excepção, não para seguir a lei. A época em que viveu, passava pelo pensamento esteticista, que crescia principalmente na França e na Inglaterra. Sua época foi chamada de era vitoriana, por influência da rainha Vitória (1832-1901) da Inglaterra que ditava o estilo de cultura e moda. Foi autor de várias obras, como O Retrato de Dorian Gray, que fora o seu único romance, e De Pronfudis, que escreveu na prisão, e que foi postumamente publicada em 1905. Estas duas obras são exemplo de sua confusão interior, revelando um espírito totalmente hedonista (busca do prazer pelo prazer), como na primeira obra citada, e um certo reconhecimento de inverdades neste tipo de pensamento: Por detrás da alegria e do riso, pode haver uma natureza vulgar, dura e insensível. Mas por detrás do sofrimento, há sempre sofrimento. Ao contrário do prazer, a dor não usa máscara. (De Profundis) Um escritor famoso durante sua vida, tanto pelos livros como pelas polêmicas em se envolveu, especialmente por conta de sua opção sexual pelo homossexualismo, vindo a ter publicamente um amante, a quem fora dirigida as palavras de De Profundis. Morreu em 30 de novembro de 1900 na França, para onde foi depois que saiu da prisão.

  • O Prêmio Nobel de Literatura vai para Jon Fosse

    Reportagem de Jean Duchesne - publicado em 13/10/23 Site Aleteia. No dia 5 de outubro, soubemos que o Prêmio Nobel de Literatura anual seria concedido em 2023 a um norueguês de 64 anos, Jon Fosse, cuja reputação até então era bastante limitada, além de ser um católico minoritário em seu país, como sua compatriota Sigrid Undset, que ganhou o prêmio em 1928. É seguro dizer que, em breve, não falaremos mais sobre ele do que falamos sobre ela hoje. Haveria muitas razões para isso. Mas seria uma pena. Vejamos por quê. Em primeiro lugar, os Prêmios Nobel em geral não são muito importantes. O fundador sueco, Alfred (1833-1896), que dá nome a eles, era um filantropo que permaneceu solteirão, enriquecido por inúmeras invenções patenteadas, em especial explosivos, incluindo a dinamite. Ele imaginava que esse poder (dynamis em grego) era tão destrutivo que ninguém ousaria usá-lo para fins militares e que a paz reinaria no mundo. Mas a dissuasão só funcionou – e de uma forma que continua precária! – até depois da Segunda Guerra Mundial, sob a ameaça ainda mais terrível da bomba atômica. Mas, para entrar para a história como um benfeitor (e não como um “mercador da morte”), Alfred Nobel legou sua fortuna para ser usada todos os anos para recompensar os autores de trabalhos “de maior benefício para a humanidade” em cinco campos: física, química, medicina, literatura e a serviço da paz. Um prêmio de economia foi adicionado em 1968, a esquecida matemática tem a Medalha Fields desde 1936, e agora outras disciplinas científicas, música e arquitetura também têm seus próprios prêmios, semelhantes ao Nobel. Seleções fatalmente questionáveis As escolhas feitas pela Academia Sueca, que concede o prêmio de literatura, às vezes são contestadas. Desde o início (em 1901), o poeta francês Sully Prudhomme, que é pouco apreciado hoje em dia, foi preferido a Zola ou Tolstói. Chekhov, Ibsen, Jack London, Henry James, Proust, Joseph Conrad, Joyce, Virginia Woolf, Paul Valéry, José Luis Borges, Milan Kundera… O júri também evitou autores que teriam desagradado (ou agradado demais) Hitler ou Stalin. Dito isso, seleções desse tipo são inevitavelmente discutíveis: a Académie française desprezou Diderot, Stendhal, Balzac, Baudelaire, Dumas, Maupassant e Verlaine (entre outros, sem mencionar os já mencionados Zola e Proust) e elegeu uma série de honrosos vice-campeões. Flaubert virou as costas para o prêmio, assim como Houellebecq o faz hoje e Sartre recusou o Prêmio Nobel. Dos vencedores mais recentes da Suécia, poucos parecem ter tido (ou encontrado graças a esses prêmios) um impacto significativo na cultura contemporânea: a poeta americana Louise Glück (2020), o tanzaniano anticolonial Abdulrazak Gurnah (2021). Apesar de todo o respeito devido aos testemunhos “autosociobiográficos”, à escrita sóbria e aos compromissos feministas e “de esquerda” da francesa Annie Ernaux, que recebeu o prêmio em 2022, e apesar de seu público internacional de conhecedores, com um bom número de traduções, não é certo que sua obra se tornará uma referência. Será que Jon Fosse será diferente? Dramaturgo, romancista e poeta A princípio, você se pergunta como se pronuncia seu nome. Depois de verificar, dizemos “Ione Fosseu” (acentuando a primeira sílaba). O segundo problema é que ele escreve em nynorsk, um idioma que foi criado no século 19 com a síntese de vários dialetos locais e hoje é falado por cerca de um em cada dez noruegueses, especialmente no sudoeste do país. Como resultado, seus textos são distribuídos principalmente em tradução. Ele começou com o romance, depois passou para o teatro antes de retornar ao romance, e também publicou poemas e histórias infantis. Foi como dramaturgo que ele ganhou reconhecimento internacional. Algumas de suas peças foram encenadas na França por diretores conhecidos (Claude Régy, Patrice Chéreau, Jacques Lassalle) e publicadas em tradução pela editora especializada L’Arche. Escrevendo o indizível Nada disso é tão facilmente acessível. O vocabulário é muito simples (o que levou a falar de “minimalismo” e a comparar Jon Fosse a Samuel Beckett), mas o estilo não é narrativo nem performático. É mais uma questão de monólogos interiores, um pouco como o “fluxo de consciência” definido pelo pensador americano William James (irmão do romancista Henry) e transcrito por Joyce, Virginia Woolf e Faulkner: essas sensações, lembranças e devaneios que percorrem a mente sem nenhuma ordem racional e só podem ser reconstituídos por meio da escrita. Além disso, nem sempre sabemos quem está falando. Diz-se que o livro Septologie tem mais de 1.200 páginas, sem nenhuma pontuação além de algumas vírgulas… Mas Jon Fosse piora a situação ao se declarar um católico devoto. As sete partes do livro Septology (sete como os sete dias da Criação) terminam com a mesma oração a Deus. Nas poucas entrevistas que ele dá (em inglês), que você precisa encontrar na Internet, ele nos conta que, como muitos de sua geração, ele rejeitou o luteranismo nacional em sua juventude e se tornou marxista. Depois, na meia-idade, ele quis se afastar do alcoolismo no qual estava se afundando. E, estimulado por Mestre Eckhart, o místico dominicano medieval, e também pelos filósofos Heidegger e Derrida, ele encontrou no catolicismo (marginal na Noruega), e especialmente na missa e no rosário, além da força para ficar sóbrio, um senso do sagrado e do mistério da graça que é a vida a ser compartilhada, pessoalmente para ele na escrita. Modernidade católica Sua conversão em 2013 não o torna um católico “moderno”: os problemas de governança, abuso clerical e disciplina moral não o atormentam, e ele não parece acreditar que é aí que está o futuro da Igreja. Ele a vê mais como a instituição necessária para as liturgias que introduzem o espiritual e abrem a existência concreta para ele. Ele até a vê como a principal resistência, ainda mais sólida do que a literatura e as artes, à ditadura contemporânea da economia. Entretanto, o que talvez seja mais interessante é que esse católico não moderno é, como tal, claramente moderno, precisamente no campo da literatura, das artes e (de forma mais ampla) da cultura. Sua dívida com Heidegger e Derrida já foi mencionada. Mas o que ele diz estar tentando fazer é surpreendentemente consistente com o que Pablo Picasso e Gertrude Stein, uma americana que estudou com William James e viveu em Paris, tinham em comum, como mostra a atual exposição no Musée du Luxembourg, em Paris. Ao simplificar e decompor as formas, o pintor trabalha da mesma forma que a escritora em seus “retratos em palavras”, em que a insistência repetitiva e a liberdade sintática revelam a essência ou a verdade das coisas e das pessoas. Da mesma forma, a escrita “minimalista” e espontânea do recente ganhador do Prêmio Nobel termina cada um dos sete dias de sua Septology em oração – enquanto o conformismo do alexandrino dominado só permitiu que o primeiro ganhador, Sully Prudhomme, confessasse: “Minha dúvida insulta o Deus dos meus desejos” (“La Prière”, em Les Épreuves, 1866).

  • Faleceu Michael Gambon, o Dumbleore

    Para os fãs da saga do bruxo Harry Potter, nesta última quinta-feira o dia não foi muito bom, por causa da notícia de falecimento do ator que interpretou um dos personagens mais queridos desta saga. Notícia segundo a CNN Brasil (https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/morre-michael-gambon/): O ator irlandês Michael Gambon, conhecido por interpretar o professor Alvo Dumbledore na saga de filmes “Harry Potter”, morreu aos 82 anos nesta quinta-feira (28). Nosso informativo trouxe o tema Harry Potter em sua 13ª edição. Acesse o Arquivo de Edições para conferir.

  • Nascimento de Jorge Amado

    Neste dia 10 de agosto, lembramos o natalício do escritor Jorge Amado. Jorge Amado (1912-2001) é um dos maiores representantes da ficção regionalista que marcou o Segundo Tempo Modernista. Sua obra é baseada na exposição e análise realista dos cenários rurais e urbanos da Bahia. Assim como outros escritores de seu tempo, teve uma vida ativa na literatura e outra na militância política, especialmente em camaradagem com o partido comunista, chegando a eleger-se deputado federal por São Paulo. Traduzido para mais de trinta idiomas e detentor de inúmeros e importantes prêmios, o escritor teve vários de seus trabalhos adaptados para a televisão e o cinema, entre eles, "Dona Flor e Seus Dois Maridos" e "Gabriela Cravo e Canela". Na edição de agosto de O Leitor, teremos a presença deste escritor. Aguarde.

  • Hans Christian Andersen

    Em 4 de agosto de 1875, falecia Hans Christian Andersen, autor dinamarquês. Embora seja um escritor prolífico de peças, relatos de viagem, romances e poemas, ele é mais lembrado por seus contos de fadas literários. Entre os contos mais famosos - como A Pequena Sereia, Soldadinho de Chumbo - está o conto A Roupa Nova do Rei. O conto de Andersen foi inspirado numa história encontrada no Libro de los ejemplos (ou El Conde Lucanor, 1335. Em castelhano: Exemplo XXXIIº – De lo que contesció a un rey con los burladores que fizieron el paño), uma coleção medieval espanhola de 55 contos morais de várias fontes como Esopo e outros autores clássicos e contos persas, compilados por Juan Manuel, Príncipe de Villena (1282–1348). Andersen não conhecia o original em castelhano, mas leu a versão do conto em língua alemã intitulada "So ist der Lauf der Welt". No conto original, um rei recebe cavilosamente de tecelões um traje que seria invisível a todos menos àqueles que são filhos legítimos de seus pais presumidos. Já Andersen altera sua fonte para direccionado o foco da história para a vaidade cortesã e soberba intelectual. Leia o conto aqui (baixar). .

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